segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Cães e Gatos em Esportes Radicais

Vídeo com fotos de Cães e Gatos praticando esportes.
Eles também podem e devem!!






AMO PATINHAS

O Pulo do Gato

Gatos podem dominar o mundo, mas morrem de medo quando pisam em algo que faz barulho.







AMO PATINHAS

Cães Ideais para Apartamento

Segundo a diretora técnica do Kennel Club Brasil, Maria Lucia Rodrigues Pereira, os cães que têm menos problemas para se adaptar em espaços menores são os de pequeno porte. “Os grandes sofrem muito, principalmente se já moraram em lugares maiores. Eles podem ficar muito estressados e precisam passear de seis a sete vezes por dia”, disse.





Se o cão só sair aos fins de semana para passear, ele pode ainda apresentar comportamento rebelde e sofrer queda exagerada dos pelos por causa do estresse de viver em um espaço reduzido. Por isso, o veterinário não recomenda criar raças muito grandes, tipo São Bernardo e Fila, em um apartamento de até 100 m2. Cães de companhia, até de porte médio, como o Spitz Alemão, podem ser criados sem problemas em apartamentos pequenos, desde hajam caminhadas diárias e disciplina para a saúde mental dos animais. 

O Kennel Club Brasil elaborou uma lista com as raças que se adaptam melhor dentro de apartamentos. Contando que, além de serem pequenas, podem ficar com a tosa curta e não têm o hábito de latir. 

Separamos algumas sugestões de cães para apartamento. Escolha o seu e apaixone-se!


Yorkshire Terrier 



West Highland Terrier




Spitz Japonês



Spitz Alemão Anão




Shi Tzu




Poodle Toy



Pastor de Shetland



Lhasa Apso


Jack Russell Terrier



Chihuahua



Bulldog Francês




AMO PATINHAS

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Meu cachorro me sorriu latindo. Literalmente.

Na história da música popular brasileira, nenhum outro fez tantas músicas sobre ecologia e animais como o rei Roberto Carlos. Isso bem antes, muito antes, da consciência ambiental e da defesa dos animais virarem assuntos na realidade midiática virtual e real.

Em um de seus versos mais memoráveis, ele cantava (em 1974! até eu era jovem e cabeludo naquele século passado, rs): “Meu cachorro me sorriu latindo…”
O compositor já anunciava o que todo mundo que convive com cachorros também já sabia: Cachorro sorri, latindo. Pede para passear, latindo. Convida para brincar, latindo. Avisa que está com fome, latindo. Revela seus desagrado e dores, latindo. E, do início ao fim da relação íntima e diária, cada bípede humano aprende a diferenciar os diferentes timbres e significados dos latidos de seu cão. Então, que nossos peludinhos falam latindo não é novidade.
A grande revelação é a ciência (leia-se: biólogos e quejandos) finalmente reconhecer que nem o rei nem nós, cachorreiros, estávamos imaginando ou exagerando a realidade da comunicação canina.
Cachorros falam latindo e latem falando, de verdade, claramente, em alto e bom som. O que as pesquisas científicas recentes trouxeram à tona, também, foi um fato que muita gente ignora: os cães aprenderam a latir única e exclusivamente para se comunicar com os animais humanos, essa espécie que os acolheu, cuidou e alimentou nos últimos 15 mil anos.




É surpreendente e delicioso lembrar que os peludinhos não aprenderam a latir para os outros irmãos peludinhos. Mas sim para serem compreendidos por nós, os peladinhos. A linguagem que um cão usa com seus pares não é o latido. Usa a postura, o olfato, o movimento corporal etc. Não existe outra espécie que tenha desenvolvido uma linguagem específica para nos contar como se sente e o que deseja.
Uma cabra entende o balido de outra. Um boi entende o mugido de outro. Um pássaro entende o canto do outro. Um macaco entende o grunhido do outro. Até o tetravô dos cães domésticos, o lobo, entende o uivo do outro. Mas um cão não entende o latido de outro cão. Quando seu cachorro late para outro cachorro é apenas para avisar você sobre o intruso no pedaço.
E a comunicação entre cachorros e humanos é tão aprimorada que só aqueles são capazes de interpretar os olhares e gestos deste.
Se você olhar ou apontar para um lugar onde está escondido o petisco de seu cão, ele vai direto para lá. Não precisa de treinamento algum. Faz parte de suas habilidades inatas. Nem nossos queridos primos, os chimpanzés, conseguem esse tipo de proeza.
E um simples SRD se mostra capaz de atribuir significado, portanto, compreender, até 165 das palavras que pronunciamos.
É bastante vocabulário se levarmos em conta (isso também é estudo científico disponível nos googles da vida) que o adolescente de hoje utiliza apenas 350 palavras em seu dia a dia.
Por isso da próxima vez que seu amiguinho canino latir, preste mais atenção. É com você mesmo que ele está falando.


Fonte: ANDA Agência de Notícias de Direitos Animais
Texto de ULISSESCÃO - ULISSES TAVARES
Título Original


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